A Victoria´s Secret foi acusada de usar trabalho infantil para a manufatora de seus produtos. Segundo a CNN, a empresa anunciou na quinta-feira, dia 15, que vai fazer uma investigação completa no caso, que diz que o algodão usado nas lingeries da marca é produzido em Burkina Faso, na África, com o uso de trabalho infantil.
- Nós estamos muito preocupados, disse a empresa Limited Brands, dona da Victoria´s Secret, em um comunicado liberado à imprensa internacional. No comunicado, a companhia também explica que este algodão também é usado apenas em uma pequena parte na produção de calcinhas da VS. Se essa alegação for verdade, ela descreve um comportamento contrário aos valores da nossa companhia e o código de trabalho que deve ser seguido pelos nossos fornecedores. Esses valores proíbem expressamente o trabalho infantil.
Originalmente, a acusação foi feita pelo site da Bloomberg, que conta a rotina de uma criança de 13 anos que trabalha na colheita de algodão para a marca de underwear. Além de ter que trabalhar, a criança seria fisicamente agredida pelo dono da fazenda onde a matéria-prima era produzida.
Segundo a Bloomberg, a fazenda era certificada como uma propriedade orgânica e que segue o mecanismo de fair trade, isto é, o comércio justo pilar da sustentabilidade econômica e ambiental.
- Nós estamos muito preocupados, disse a empresa Limited Brands, dona da Victoria´s Secret, em um comunicado liberado à imprensa internacional. No comunicado, a companhia também explica que este algodão também é usado apenas em uma pequena parte na produção de calcinhas da VS. Se essa alegação for verdade, ela descreve um comportamento contrário aos valores da nossa companhia e o código de trabalho que deve ser seguido pelos nossos fornecedores. Esses valores proíbem expressamente o trabalho infantil.
Originalmente, a acusação foi feita pelo site da Bloomberg, que conta a rotina de uma criança de 13 anos que trabalha na colheita de algodão para a marca de underwear. Além de ter que trabalhar, a criança seria fisicamente agredida pelo dono da fazenda onde a matéria-prima era produzida.
Segundo a Bloomberg, a fazenda era certificada como uma propriedade orgânica e que segue o mecanismo de fair trade, isto é, o comércio justo pilar da sustentabilidade econômica e ambiental.
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